Testemunho de fé

 

Milagres acontecem. Eu sou testemunha.


     O milagre a ser relatado aconteceu no dia, 22 de julho de 2003. Aconteceu com meu marido, Péricles José Menezes Deliberador. Ele e nosso filho Vinícius foram buscar meu pai para poderem ir jogar bola, juntos. Dois assaltantes entraram na casa, renderam meu marido e minhas irmãs. Meu marido foi atingido por dois tiros. O primeiro atingiu o braço esquerdo e o coração, o segundo atingiu de raspão a face direita e atravessou a orelha.
     Segundo os médicos, o milagre iniciou neste momento, resistiu aos disparos e permaneceu consciente o tempo todo até o momento da cirurgia. Meu marido foi levado para o hospital por volta das 19: 15h e entrou no centro cirúrgico às 23h30m. Às 3h30m da madrugada, o cirurgião plástico saiu do centro cirúrgico dizendo que a reconstituição da orelha já havia sido feita, mas que a situação era gravíssima, pois o pulmão não havia sido atingido e sim o coração. Ele teve outra parada cardíaca, durante a cirurgia, mas reagiu.
     O cirurgião torácico saiu às 4h30m, explicou tudo novamente e disse: o que podia ser feito foi feito, agora é só esperar. Meu marido saiu às 05h30m e foi direto para UTI, eu o vi passando no corredor, adormecido e cheio de aparelhos.
     No dia 23 de julho às 9h30m, eu já estava no hospital. Entrei achando, que veria alguma reação dele, uma frustração. Ele estava em coma induzido, cheio de aparelhos, três dreno, vários curativos e uma tala no braço esquerdo.
A Irmã Lázara Siqueira (prima de minha sogra) soube do ocorrido, telefonou para minha sogra e pediu para que alguém fosse buscar a relíquia da Madre Leônia, para me entregar.
     Eu estava no hospital quando recebi a relíquia e alguns folders com a história da Madre. Parecia que naquele momento eu havia recebido algo que me ajudaria a aliviar o sentimento desagradável e angustiante. Entrei para ver meu marido, e o médico cardiologista, o examinava. Perguntei como ele estava e o médico disse “ele não está nada bem, vai ter que ser operado novamente”, comecei a rezar, pedi para o Espírito Santo me iluminar, pedi para que me mostrasse o que eu deveria fazer naquele momento. Foi então, que resolvi telefonar para o cirurgião torácico, o que havia operado meu marido. Ele veio o mais rápido que pôde, examinou meu marido e disse que ele havia tido uma alteração de pressão, estava muito inchado, por isso a dificuldade em pegar a pressão. Foi um alívio saber que não seria necessária uma nova cirurgia. A partir de então não parei mais de rezar e pedir à Madre Leônia Milito que continuasse intercedendo por nós. Em todos os momentos em que estava com meu marido fazia a oração de intercessão e encostava a relíquia em seu (coração) peito. Quando saía, deixava a relíquia ao seu lado, no leito.
     No dia 25 de julho, por volta de 11h da manhã, o segundo milagre aconteceu. Estava com ele na UTI, coloquei a relíquia de Madre Leônia Milito, sobre seu peito, fiz a oração de intercessão e pedi a Ela que me desse uma luz, que me mostrasse o que poderia acontecer. Neste instante, meu marido, em coma induzido, sentou no leito, movimentou a cabeça, olhou para mim... Deitei-o novamente, ele fechou os olhos e permaneceu no coma, durante, mais uma semana e meia. Foi uma correria de enfermeiras. Houve alteração dos batimentos cardíacos. Uma enfermeira chegou a dizer só pode ser um milagre. Mais uma vez o corpo clínico relata que é surpreendente, pois o esperado é que numa situação parecida, o paciente deveria reagir após alguns dias, o que não foi o caso dele. Foi maravilhoso e emocionante. Senti que a Madre me mostrou o que aconteceria, ele lutaria pela vida. A partir de então, sua luta pela recuperação foi constante e a minha confiança também. COMO PODEM VER MILAGRES ACONTECEM MESMO!

Luciane Regina Arazawa Pinto Deliberador.

      Após meu casamento em março de 2004, sem nunca ter me queixado de dor de ouvido, nem mesmo na infância, eis que começo a ouvir um zunido intenso, sem intervalo de tempo, nem hora. Foram dias de intenso incômodo, até que decidi procurar um médico para que me examinasse. O médico que me atendeu, me encaminhou para um exame de avaliação auditiva. Para meu susto, o resultado foi que eu estava com uma perda auditiva neurossensorial no ouvido direito. O doutor me perguntou se eu tinha sofrido algum acidente ou lesão na região do ouvido, mas realmente não era esse o meu caso. Eu, simplesmente, de um dia para o outro passei a ter esse tipo de problema, sem conhecer a causa. O médico me perguntou ainda se eu rezava, e eu disse que sim. Ele, então, me aconselhou a rezar mais ainda. Medicou-me e pediu para retornar depois de dez dias.
     Saí do consultório chateado e com o coração na mão, a ponto de questionar a Deus por que aquilo estava acontecendo comigo. Triste, contei o fato a minha esposa e amigos que me animaram e rezaram por mim. Durante o encontro que fazíamos no Santuário Eucarístico, onde está o túmulo da serva de Deus Madre Leônia, no momento da oração de intercessão à serva de Deus, pedi a graça de ser curado, e antes mesmo dos dez dias, eu não tinha mais os incômodos no ouvido e já ouvia normalmente.
      Na consulta seguinte, nem mesmo o médico entendeu ao certo o que tinha acontecido comigo. Pediu-me que repetisse o exame e tive a graça de saber que estava cem por cento curado. Eu creio que o que aconteceu foi realmente uma graça de Deus por intermédio de Madre Leônia Milito.



A.C.J. Londrina –PR
Por Cristo Nosso Senhor, Amém.



      Há dez anos eu tinha um câncer nos olhos. Estava quase desenganado pelos médicos. Eu já ouvia falar que iria perder pelo menos uma vista.
Minha mãe sofria e rezava até que um dia recebeu uma pequena estampa de Madre Leônia. Daquele dia em diante, ela me ensinou a rezar e a pedir minha cura por intercessão daquela santa que está junto de Deus e na terra muito amou os pobres e pequenos e muito mais as crianças.
Eu estava com dez anos de idade e me preparava para fazer a primeira Eucaristia. A catequista antecipou minha primeira Eucaristia a pedido de minha mãe, porque ela achava que eu não ia chegar aos dez anos com vida. Eu estava deformado, horroroso!
Porém, à medida que eu rezava e pedia minha cura por intercessão de Madre Leônia, eu ia sentindo serenidade, certeza e confiança de que seria curado.
Hoje, graças a Deus estou com dezenove anos, curso a faculdade e nem preciso usar óculos. Já fiz 29 radiografias a pedido dos médicos e tudo confirma a minha cura. Sinto-me saudável, sem defeito físico.
Ninguém sabe explicar o que houve comigo, mas eu tenho certeza que foi a intercessão daquela que deu paz e tranqüilidade à minha família, tomando conta da nossa vida.
Peço a todos que, ao ler minha mensagem de gratidão à Madre Leônia, me ajude a agradecer a Deus e a sua intercessão pela minha cura. Muito Obrigado!

A. R. K - Nova Xavantina – MT

 

 

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